Além da dor da perda, familiares de Araputanga (a 338 km de Cuiabá) estão tendo que lidar com a falta de espaço para sepultar seus entes queridos no cemitério municipal, segundo relato do presidente da Câmara Municipal Paulinho Gato (Republicanos).
Em pronunciamento durante sessão ordinária, o vereador disse que esteve presente em quatro sepultamentos e ficou envergonhado com a situação. “É uma falta de humanismo com os cidadãos de Araputanga”, afirmou ao se declarar indignado com a situação.
Paulinho Gato em sua fala no plenário da Câmara Municipal se colocou a disposição da administração pública para contribuir na solução do problema. Conforme o presidente do Poder Legislativo, nesta quarta-feira, 22 de março, em viagem para Cuiabá, irá oficializar a secretária de Estado de Meio Ambiente (SEMA), Mauren Lazzaretti, solicitando contribuição do órgão, em caráter de urgência, para a análise documental da licença de operação do novo Cemitério Municipal Irmãos Ferreira, Luiz Ferreira Filho e Manoel Ferreira Sobrinho, localizado no Bairro Daury Riva.
— Leia também: Vereadores apontam abandono do município e lamentam perdas de recursos destinados à Araputanga
Diante da situação, moradores de Araputanga relataram à redação do Popular Online sobre a dificuldade enfrentada em um momento de dor. Como forma de protesto, alguns moradores até sugeriram a criação de lei proibindo pessoas morrer no município.
Contatado, a Secretaria Municipal de Administração de Araputanga informou à redação do Popular Online que o espaço utilizado para a instalação do novo Cemitério Municipal Irmãos Ferreira, Luiz Ferreira Filho e Manoel Ferreira Sobrinho, localizado no Bairro Daury Riva, já dispõe de projeto com estudo de impacto, impermeabilidade e outras ações necessárias.
Segundo informações da secretaria, a Prefeitura Municipal aguarda a aprovação de licença de operação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) para abertura do novo cemitério.
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